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	<title>precatorio</title>
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	<description>just another weblog at Harvard Law School Weblogs</description>
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		<title>Beneficiários de precatórios federais alimentícios receberão seus créditos em maio</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 20:31:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jezler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentícios]]></category>
		<category><![CDATA[Payment Announcements]]></category>
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		<description><![CDATA[Os beneficiários de precatórios federais de natureza alimentícia receberão seus créditos a partir de maio, em data a ser definida pelos tribunais regionais federais (TRFs) respectivos, de acordo com os seus cronogramas próprios de depósitos. A data para o pagamento dos precatórios federais não-alimentícios ainda está em negociação com a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os beneficiários de precatórios federais de natureza alimentícia receberão seus créditos a partir de maio, em data a ser definida pelos tribunais regionais federais (TRFs) respectivos, de acordo com os seus cronogramas próprios de depósitos. A data para o pagamento dos precatórios federais não-alimentícios ainda está em negociação com a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e será divulgada em momento oportuno.<span id="more-1046"></span></p>
<p>Decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) nas ADIs 4.357 e 4.425 declararam a inconstitucionalidade da aplicação da TR (índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança) para a atualização monetária de requisitórios (precatórios e RPVs). Mas o Grupo de Precatórios da Justiça Federal, reunido nos dias 10 e 11 deste mês, na sede do Conselho da Justiça Federal (CJF), entendeu que, enquanto não for publicado o acórdão do STF, devem prevalecer as regras atuais (vigentes antes das decisões do STF) no pagamento desses precatórios. “O importante é que os credores recebam os seus precatórios. No âmbito federal, os pagamentos serão feitos de forma regular”, observou o corregedor-geral da Justiça Federal, ministro Arnaldo Esteves Lima, que ouviu do coordenador do Grupo, juiz federal Miguel Ângelo de Alvarenga Lopes, explicações sobre as medidas deliberadas na reunião. O Grupo de Precatórios é composto por representantes das áreas de precatórios e de orçamento do CJF e dos cinco TRFs.</p>
<p>Nessa oportunidade, o Grupo de Precatórios se reuniu com representantes da Advocacia Geral da União (AGU) e suas procuradorias, Secretaria de Orçamento Federal (SOF) do Ministério do Planejamento, Secretaria do Tesouro Nacional (STN) do Ministério da Fazenda, Receita Federal do Brasil, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, quando foi apresentado o posicionamento do CJF quanto ao pagamento dos precatórios e RPVs e acertadas outras providências junto a esses órgãos para viabilizar o pagamento desses requisitórios.</p>
<p>19/04/2013 14:20<br />
&nbsp;<a href="http://www.jf.jus.br/cjf/noticias-do-cjf/beneficiarios-de-precatorios-federais-alimenticios-receberao-seus-creditos-em-maio" title="http://www.jf.jus.br/cjf/noticias-do-cjf/beneficiarios-de-precatorios-federais-alimenticios-receberao-seus-creditos-em-maio" target="_blank">http://www.jf.jus.br/cjf/noticias-do-cjf&#8230;</a></p>
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		<title>Novo problema para Estados e municípios</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Mar 2013 14:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jezler</dc:creator>
				<category><![CDATA[ADI 4357]]></category>
		<category><![CDATA[EC 62 / 09]]></category>
		<category><![CDATA[Legislation]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa TR]]></category>
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		<description><![CDATA[Novo problema para Estados e municípios Se depois da recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou inconstitucional o regime especial para o pagamento dos precatórios judiciais, os Estados e municípios forem obrigados a quitar de imediato essas dívidas, muitos deles quebrarão. Não terão sequer como pagar os seus servidores. Mas mesmo diante do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div><a href="http://www.valor.com.br/sites/default/files/images/agencia_1720_0_207_720_470.jpg" rel="colorbox-image" rel="lightbox[1059]"><img src="http://www.valor.com.br/sites/default/files/imagecache/media_library_small_horizontal/images/agencia_1720_0_207_720_470.jpg" alt="Dado Galdieri/Bloomberg" width="240" height="157" /></a>Novo problema para Estados e municípios</div>
<p>Se depois da recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou inconstitucional o regime especial para o pagamento dos precatórios judiciais, os Estados e municípios forem obrigados a quitar de imediato essas dívidas, muitos deles quebrarão. Não terão sequer como pagar os seus servidores. Mas mesmo diante do peso que representam nas contas estaduais e municipais, os precatórios não são incluídos pelo Banco Central na dívida bruta do setor público.<span id="more-1059"></span></p>
<p>O valor acumulado dos precatórios estaduais e municipais atingiu R$ 87,6 bilhões em julho de 2012, o equivalente a 2% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Essa despesa dos Estados e municípios, líquida e certa, não é considerada por aqueles que analisam a solvência do setor público brasileiro simplesmente porque não aparece na estatística oficial de endividamento.</p>
<p>Ao responder consulta do <strong>Valor</strong> sobre os motivos da não inclusão dos precatórios na dívida bruta do setor público, o Banco Central disse que &#8220;os precatórios afetam os indicadores fiscais de dívida líquida e necessidades de financiamento do setor público no momento do pagamento, observando-se, portanto o critério de caixa adotado nas estatísticas&#8221;. O BC argumentou também que &#8220;a abrangência da dívida líquida do setor público (DLSP) engloba ativos e passivos junto ao setor financeiro, ao setor externo e os representados por títulos públicos&#8221; e que &#8220;o objetivo principal é avaliar o impacto das operações do setor público sobre a demanda agregada&#8221;. Assim, &#8220;é no pagamento dessas despesas que as condições de demanda são diretamente afetadas&#8221;.</p>
<p><strong><cite dir="ltr">Supremo recoloca questão do impacto fiscal dos precatórios</cite></strong></p>
<p>Os precatórios são dívidas das Fazendas públicas com pessoas físicas e jurídicas que a Justiça mandou pagar. Não cabe mais recurso. A prática dos governos estaduais e das prefeituras, ao longo dos anos, foi de preterir esses pagamentos, direcionando os recursos públicos para outras finalidades. A incúria e a indiferença desses governantes provocaram um aumento maior desses débitos, que atingiram a astronômica cifra de R$ 87,6 bilhões em julho de 2012. Com os constantes adiamentos, alguns Estados e municípios ficaram inadimplentes por 15 anos, 20 anos ou mais. Ao longo do tempo, esta situação tem levado a Justiça a pedir intervenção federal, em alguns Estados, e estadual, em alguns municípios, para que os precatórios sejam pagos.</p>
<p>Diante desse quadro de descalabro, o Congresso Nacional tem aprovado parcelamentos e regimes especiais para o pagamento do estoque de precatórios. A última dessas iniciativas foi a emenda constitucional 62, de 2009. Esta emenda permitia que os precatórios fossem pagos de forma parcelada em até 15 anos. Uma alternativa seria fazer um depósito mensal, em conta especial, de 1% a 2% da receita corrente líquida do Estado ou do município. Dos recursos utilizados pelo Poder Público, 50% seriam destinados ao pagamento por ordem cronológica e os valores restantes por um sistema que combinaria ordem crescente de valor, realização de leilões e negociações diretas com os credores.</p>
<p>O regime especial de pagamento da emenda constitucional 62 foi considerado inconstitucional pelo STF. Antes, o Supremo tinha dado o mesmo veredito com relação à emenda constitucional 30, de setembro de 2000, que permitia o parcelamento em até dez anos dos precatórios pendentes de pagamento na data de promulgação da emenda e os que decorriam de ações iniciais ajuizadas até 31 de dezembro de 1999.</p>
<p>Com relação à emenda 62, o STF ainda fará a modulação dos efeitos da decisão. Isto significa que ele vai dizer como ficam os parcelamentos em curso e os pagamentos que foram realizados sob a sistemática considerada inconstitucional. A preocupação de prefeitos e governadores é que as regras a serem definidas não inviabilizem suas administrações. Mas certamente criarão dificuldades.</p>
<p>Um recente estudo realizado pelo economista e geógrafo François Bremaeker, da Associação Transparência Municipal (ATM-TEC), mostrou que 83,98% dos municípios brasileiros não possuem dívidas com precatórios. Quanto aos 16,02% que devem algum valor referente a precatório, o estudo diz que a situação varia muito e está relacionada com o porte demográfico. Bremaeker realizou seu trabalho com base em dados do Tesouro Nacional, referentes a 2011.</p>
<p>O município de São Paulo possui o maior desses débitos, com R$ 16,9 bilhões. Se fosse pagar de uma única vez essa dívida, a prefeitura de São Paulo iria comprometer 52,67% de sua receita orçamentária, mostra o estudo. No grupo de municípios com população entre 1 milhão e 5 milhões de habitantes, o grau médio de comprometimento da receita orçamentária é de 5,8%. Mas existem vários municípios que estão acima da média, como é o caso de Salvador, capital da Bahia, que apresenta grau de comprometimento de 12,17%, Belo Horizonte, de 6,67%, Campinas (SP), 8,34%, São Gonçalo (RJ), com 8,67% e Guarulhos (SP), com 37,5%.</p>
<p>No grupo de municípios com população entre 200 mil e 500 mil habitantes, embora o comprometimento médio seja de 3,52%, alguns atingem níveis muito elevados. Neste caso estão, entre outros, os municípios de Diadema (SP), com 26,78% de comprometimento, Pelotas (RS), com 23,81% e Vila Velha (ES), com 21,82%. Em conversa com o <strong>Valor</strong>, Bremaeker disse que se forem obrigadas a pagar essas dívidas de imediato, muitas prefeituras ficarão paralisadas, sem dinheiro para pagar pessoal ou exercer suas atribuições nas áreas de saúde e educação.</p>
<p>Durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, na terça-feira passada, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), manifestou grande preocupação com a decisão do Supremo. &#8220;Estamos diante de um momento gravíssimo&#8221;, disse. Tarso chegou a sugerir que a votação dos novos critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE) fosse adiada para que as lideranças políticas discutissem o impacto da decisão dos precatórios. &#8220;Quando o STF determinar o saque imediato nas contas dos Estados (dos recursos para pagar precatórios), será respeitada a vinculação para a saúde, a educação, e o pagamento de salários?&#8221;, questionou.</p>
<p><strong>Ribamar Oliveira é repórter especial e escreve às quintas-feiras</strong></p>
<p><strong>E-mail: &nbsp;<a href="mailto:ribamar.oliveira@valor.com.br</strong>&#8221; title=&#8221;mailto:ribamar.oliveira@valor.com.br</strong>&#8220;>ribamar.oliveira at valor.com.br</strong...</a></p>
</div>
<div>Leia mais em:<a href="http://www.valor.com.br/brasil/3054070/novo-problema-para-estados-e-municipios#ixzz2Qwlo6qDe">http://www.valor.com.br/brasil/3054070/novo-problema-para-estados-e-municipios#ixzz2Qwlo6qDe</a></div>
<p>21/03/2013 às 00h00</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Supremo decide que precatório não será corrigido pela poupança</title>
		<link>http://blogs.law.harvard.edu/jezler/2013/03/13/supremo-decide-que-precatorio-nao-sera-corrigido-pela-poupanca/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Mar 2013 02:12:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jezler</dc:creator>
				<category><![CDATA[ADI 4357]]></category>
		<category><![CDATA[Atualização de Precatórios]]></category>
		<category><![CDATA[EC 62 / 09]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa TR]]></category>

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		<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (13), por 8 votos a 3, derrubar parte da emenda que alterou o regime de pagamento de precatórios (títulos de dívidas que o governo emite para pagar quem vence na Justiça processos contra o poder público). Após a terceira sessão consecutiva para analisar diversos trechos da emenda, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://s01.video.glbimg.com/x240/2458156.jpg" alt="" /></p>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (13), por 8 votos a 3, derrubar parte da emenda que alterou o regime de pagamento de precatórios (títulos de dívidas que o governo emite para pagar quem vence na Justiça processos contra o poder público).<span id="more-1057"></span></p>
<p>Após a terceira sessão consecutiva para analisar diversos trechos da emenda, os ministros decidiram revogar o índice de correção pela caderneta de poupança para o pagamento de precatórios, mas não estabeleceram um novo índice.  A maioria dos magistrados entendeu que o índice de correção da caderneta de poupança não seria o adequado porque não acompanharia as perdas inflacionárias.</p>
<p>Eles também revogaram a possibilidade de o poder público descontar do valor que deve pagar eventuais dívidas que o credor tenha, a chamada compensação. Os ministros entenderam que a compensação da dívida por parte do Estado fere o princípio da isonomia, uma vez que não é permitido ao credor, por exemplo, pagar uma dívida a vencer com o valor do precatório.</p>
<p>&#8220;Não é compensação que atenda o princípio da isonomia. [...] É usar a retórica da Justiça eficiente para punir o particular. Com isso, o Judiciário não pode compactuar&#8221;, disse Luiz Fux.</p>
<div>
<div>Estados e municípios brasileiros devem R$ 94,3 bilhões em precatários, segundo o CNJ</div>
</div>
<p>As decisões foram tomadas na análise de duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) &#8211; uma da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e outra da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em parceria com a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB).</p>
<p>As entidades questionavam a Emenda Constitucional 62, de 2009, que chegou a ser chamada, durante discussão no Congresso, de PEC do Calote dos Precatórios. Para as entidades, a emenda prejudica o cidadão e favorece o poder público.</p>
<p>Segundo um levantamento realizado no fim do ano passado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), até o primeiro semestre de 2012 os estados e municípios brasileiros acumularam dívida de R$ 94,3 bilhões em precatórios, em valores não atualizados. A Advocacia Geral da União (AGU) argumenta que os cofres públicos não suportam o pagamento dos valores sem a emenda.</p>
<p>Votaram a favor de derrubar o índice de correção e a compensação da dívida os ministros Ayres Britto &#8211; já aposentado e que votou em 2011 -, Luiz Fux, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Joaquim Barbosa. Ficaram vencidos os ministros Gilmar Mendes, Teori Zavascki e Dias Toffoli.</p>
<p><strong>Maiores de 60</strong><br />
No julgamento desta quarta, os ministros mantiveram a possibilidade de preferência para o recebimento de valores para os maiores de 60 anos, portadores de doenças graves e de débitos alimentícios, como salários e pensões.</p>
<p>Eles retiraram da emenda apenas a especificação de que a preferência valeria para quem tem 60 anos &#8220;na data de expedição do precatório&#8221;. Com isso, quem tiver mais do que essa idade quando for receber o valor terá o direito à preferência.</p>
<p>O Supremo deixou para analisar nesta quinta-feira (14) um dos pontos mais polêmicos da emenda, o que autorizou o pagamento do precatório em até 15 anos. Se esse item cair, o poder público poderá ter de pagar suas dívidas dentro do Orçamento do ano seguinte ao do reconhecimento do precatório pela Justiça.</p>
<div>
<div>Dívida de estados com precatórios excede muito o orçamento, não há como pagar. Se São Paulo usasse todo dinheiro para pagar precatório não haveria dinheiro para colocar gasolina em carro de polícia&#8221;</div>
<div>Gilmar Mendes, ministro do STF, que votou contra mudanças na emenda dos precatórios</div>
</div>
<p><strong>Impacto em São Paulo</strong><br />
Durante a análise do processo, os ministros citaram o impacto que a derrubada da emenda poderia ter na cidade de São Paulo.</p>
<p>&#8220;Dívidas de estados com precatórios excedem muito o orçamento, não há como pagar. Se São Paulo usasse todo dinheiro para pagar precatório não haveria dinheiro para colocar gasolina em carro de polícia&#8221;, afirmou Gilmar Mendes.</p>
<p>Fux rebateu: &#8220;Quem chancelou isso? Foi o Judiciário.&#8221;</p>
<p>Lewandowski defendeu a manutenção da emenda. Segundo ele, grande parte dos precatórios supera em muito o bem perdido. &#8220;Grande parte da dívida com precatórios é artificial. É incompatível com o bem desapropriado. [...] Claro que o credor precisa receber, mas é preciso desfazer mitos sobre precatórios.&#8221;</p>
<p>O ministro Marco Aurélio ficou ao lado de Fux contra a emenda. &#8220;Nós precisamos ver como surge um precatório. É um debito reconhecido pela sentença judicial. Por isso não podemos nos impressionar a essa altura com o montante da dívida de São Paulo. São Paulo é um estado estruturado. Evidentemente nos processos de reconhecimento [da dívida], ele se defendeu. E se defendeu lançando mão de seus recursos.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p><abbr>13/03/2013 19h28</abbr> &#8211; Atualizado em <abbr>13/03/2013 21h44</abbr><br />
&nbsp;<a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/03/supremo-decide-que-precatorio-nao-sera-corrigido-pela-poupanca.html" title="http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/03/supremo-decide-que-precatorio-nao-sera-corrigido-pela-poupanca.html" target="_blank">http://g1.globo.com/politica/noticia/201&#8230;</a></p>
</div>
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		<title>CNJ cria fórum para aprimorar gestão de precatórios</title>
		<link>http://blogs.law.harvard.edu/jezler/2012/11/15/cnj-cria-forum-para-aprimorar-gestao-de-precatorios/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Nov 2012 19:48:50 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[FONAPREC]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de Gestão de Precatórios SGP]]></category>
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		<description><![CDATA[A profissionalização do setor de precatórios nos tribunais brasileiros foi um dos marcos dos últimos sete meses de gestão. Em 24 de outubro, o CNJ instalou o Fórum Nacional de Precatórios (Fonaprec), que vai elaborar estudos e propor medidas para aperfeiçoar a gestão de precatórios nos tribunais. A ideia é estabelecer um trabalho de cooperação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A profissionalização do setor de precatórios nos tribunais brasileiros foi um dos marcos dos últimos sete meses de gestão. Em 24 de outubro, o CNJ instalou o Fórum Nacional de Precatórios (Fonaprec), que vai elaborar estudos e propor medidas para aperfeiçoar a gestão de precatórios nos tribunais. A ideia é estabelecer um trabalho de cooperação entre os magistrados e buscar soluções conjuntas para as dificuldades enfrentadas pelos tribunais na gestão dessas dívidas.<span id="more-1028"></span></p>
<p>A medida foi tomada após a Corregedoria Nacional de Justiça, sob a gestão da ex-corregedora, ministra Eliana Calmon, detectar uma série de problemas na gestão desses pagamentos pelas Cortes brasileiras. Um programa da Corregedoria conseguiu reestruturar o setor em 10 estados (Alagoas, Amazonas, Ceará, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins). Na Bahia e em São Paulo, o programa foi iniciado. Para auxiliar os tribunais na gestão dos precatórios, o CNJ lançou um manual, com orientações aos responsáveis pelo setor.</p>
<p>Além disso, o ministro Ayres Britto assinou, no dia 8 de junho, a Recomendação n. 39/2012 , com o objetivo de ampliar, nos tribunais, a participação de magistrados e servidores de carreira nos setores encarregados da administração dos precatórios judiciais. A Recomendação foi aprovada na 147ª sessão plenária.</p>
<p>Estados e municípios brasileiros acumularam, até o primeiro semestre de 2012, R$ 94,3 bilhões em precatórios, de acordo com levantamento feito pelo CNJ. Desse montante, R$ 87,5 bilhões se referem a precatórios devidos por estados e municípios em processos que tramitam na Justiça Estadual. O valor corresponde à dívida histórica, ou seja, não atualizada, já que o reajuste dos valores é feito no ato do pagamento.</p>
<p><em>Mariana Braga</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p>www.cnj.jus.br/qtpc</p>
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		<item>
		<title>Comissão mista divulga lista com 73 mil precatórios de 2013</title>
		<link>http://blogs.law.harvard.edu/jezler/2012/11/02/comissao-mista-divulga-lista-com-73-mil-precatorios-de-2013/</link>
		<comments>http://blogs.law.harvard.edu/jezler/2012/11/02/comissao-mista-divulga-lista-com-73-mil-precatorios-de-2013/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Nov 2012 21:43:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jezler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Listagens]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Payment Announcements]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão Mista de Orçamento divulgou na internet a lista de precatórios federais inscritos para pagamento no próximo ano. Em 2013, segundo o presidente da comissão, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), serão mais de R$ 17 bilhões, referentes a 73.536 sentenças judiciais. vide: http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/orcamentobrasil/loa/loa2013/ciclos/loa-2013-precatorios Em junho, pela primeira vez, a CMO disponibilizou esse serviço à sociedade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Mista de Orçamento divulgou na internet a lista de precatórios federais inscritos para pagamento no próximo ano.</p>
<p>Em 2013, segundo o presidente da comissão, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), serão mais de R$ 17 bilhões, referentes a 73.536 sentenças judiciais.<span id="more-1001"></span></p>
<ul>
<li>vide: <a title="precatórios" href="http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/orcamentobrasil/loa/loa2013/ciclos/loa-2013-precatorios" target="_blank">http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/orcamentobrasil/loa/loa2013/ciclos/loa-2013-precatorios</a></li>
</ul>
<p>Em junho, pela primeira vez, a CMO disponibilizou esse serviço à sociedade, e os precatórios foram um dos temas que mais motivaram ligações e e-mails da população para a comissão.</p>
<p>Segundo Pimenta, a divulgação é uma tentativa de combater o “mercado paralelo” de compra e venda de precatórios no país.</p>
<p>De acordo com a CMO, quem não possui o número de seu precatório deve pesquisar nos sites do Poder Judiciário, solicitar ao advogado ou à Vara da Justiça onde tramita a ação.</p>
<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e outros órgãos que não enviaram dados digitalizados não foram incluídos na lista (disponível em <a href="http://bit.ly/precatorios" target="_blank">http://bit.ly/precatorios</a>).</p>
<p>Cada arquivo contém o órgão do Judiciário cadastrador do precatório, o órgão da União efetivamente devedor, o número sequencial do precatório, o valor e a natureza da demanda.</p>
<p>Com Agência Câmara</p>
<p>Jornal do Senado</p>
<h4>LOA 2013 &#8211; Proposta do Poder Executivo &#8211; Precatórios</h4>
<div> Caro Cidadão, caso ainda não possua em mãos o número do precatório, para averiguação de sua inclusão para pagamento no orçamento de 2013, por favor procure o número do precatório no andamento processual de sua ação existente nos sites do Poder Judiciário ou o solicite a seu advogado ou, ainda, à vara da justiça onde tramita sua ação judicial.</div>
<p><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2012/precatorios/EstTecnico5_2012.pdf">Estudo Técnico nº 5/2012 &#8211; COFF/CD- Publicidade, pela CMO, das Dotações destinadas ao pagamento de Precatórios constantes das Leis Orçamentárias</a></p>
<ol>
<li>Relatórios
<ol>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/11101.pdf"> 11101 &#8211; Superior Tribunal de Justiça</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/12102.pdf"> 12102 &#8211; TRF &#8211; 1a. Região</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/12103.pdf"> 12103 &#8211; TRF &#8211; 2a. Região</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/12104.pdf"> 12104 &#8211; TRF &#8211; 3a. Região</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/12105.pdf"> 12105 &#8211; TRF &#8211; 4a. Região</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/12106.pdf"> 12106 &#8211; TRF &#8211; 5a. Região</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15102.pdf"> 15102 &#8211; TRT &#8211; 1a. Região &#8211; RJ</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15103.pdf"> 15103 &#8211; TRT &#8211; 2a. Região &#8211; SP</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15104.pdf"> 15104 &#8211; TRT &#8211; 3a. Região &#8211; MG</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15105.pdf"> 15105 &#8211; TRT &#8211; 4a. Região &#8211; RS</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15106.pdf"> 15106 &#8211; TRT &#8211; 5a. Região &#8211; BA</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15107.pdf"> 15107 &#8211; TRT &#8211; 6a. Região &#8211; PE</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15108.pdf"> 15108 &#8211; TRT &#8211; 7a. Região &#8211; CE</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15109.pdf"> 15109 &#8211; TRT &#8211; 8a. Região &#8211; PA/A</a> P</li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15110.pdf"> 15110 &#8211; TRT &#8211; 9a. Região &#8211; PR</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15111.pdf"> 15111 &#8211; TRT &#8211; 10a. Região &#8211; DF/TO</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15112.pdf"> 15112 &#8211; TRT &#8211; 11a. Região &#8211; AM/RR</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15113.pdf"> 15113 &#8211; TRT &#8211; 12a. Região &#8211; SC</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15114.pdf"> 15114 &#8211; TRT &#8211; 13a. Região &#8211; PB</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15115.pdf"> 15115 &#8211; TRT &#8211; 14a. Região &#8211; RO/AC</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15116.pdf"> 15116 &#8211; TRT &#8211; 15a. Região &#8211; Campinas/SP</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15117.pdf"> 15117 &#8211; TRT &#8211; 16a. Região &#8211; MA</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15117.pdf"> 15118 &#8211; TRT &#8211; 17a. Região &#8211; ES</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15118.pdf"> 15119 &#8211; TRT &#8211; 18a. Região &#8211; GO</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15120.pdf"> 15120 &#8211; TRT &#8211; 19a. Região &#8211; AL</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15121.pdf"> 15121 &#8211; TRT &#8211; 20a. Região &#8211; SE</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15122.pdf"> 15122 &#8211; TRT &#8211; 21a. Região &#8211; RN</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15123.pdf"> 15123 &#8211; TRT &#8211; 22a. Região &#8211; PI</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/15124.pdf"> 15124 &#8211; TRT &#8211; 23a. Região &#8211; MT</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/orcamento/or2013/precatorios/88888.pdf"> 88888 &#8211; TJRJ</a></li>
<li>&#8220;Os precatórios emitidos por decisões da justiça estadual de São Paulo não estão inclusos por não terem sido ainda enviados no formato de banco de dados.&#8221;</li>
</ol>
</li>
</ol>
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		<item>
		<title>FONAPREC &#124; CNJ instala o Fórum Nacional de Precatórios</title>
		<link>http://blogs.law.harvard.edu/jezler/2012/10/24/fonaprec-cnj-instala-o-forum/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 01:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jezler</dc:creator>
				<category><![CDATA[FONAPREC]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de Gestão de Precatórios SGP]]></category>

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		<description><![CDATA[o Min. Ives colocou bem a mudança que está ocorrendo no Brasil Veja o vídeo Notícias &#8211; CNJ cria o Fórum Nacional de Precatórios TV Justiça &#8211; 24-10-12 Cons. José Guilherme Vasi Werner - Presidente do FONAPREC &#8220;O problema [dos precatórios] já nasce do próprio sistema de pagamento das dívidas do setor governamental, no entanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif"><span>o Min. Ives colocou <span>bem a mudança que está ocorrendo no Brasil</span></span><br />
</span></span></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif"><strong>Veja o vídeo</strong></span></span></span></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=4--0kXvTI2w&amp;feature=relmfu" target="_blank"><span>Notícias &#8211; CNJ cria o Fórum Nacional de Precatórios</span></a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=4--0kXvTI2w&amp;feature=relmfu" target="_blank"><span>TV Justiça &#8211; 24-10-12</span></a></p>
<p><span>Cons. <strong>José Guilherme Vasi Werner</strong> <span>-</span> P<span>residente do FONAPREC</span></span></p>
<p><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif"><span><span>&#8220;O prob<span>lema [dos precatórios] já nasce do próprio sistema de pagamento das dívidas do se<span>tor governamental, no <span>entanto o que for possivel fazermos para minorar os problemas dos credores destes precatórios nós trabalharemos com afinco para isto.</span></span></span></span></span></span></span></span>&#8221;</p>
<p><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif"><br />
<span>Min. <strong>Ives Gandra <span>M</span>artins</strong></span><strong> Filho</strong> (TST) &#8211; Membro do Comitê Nacional de Precatórios do FONAPREC</span></span></span></p>
<p><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif"><span>&#8220;O que nós estam<span>os fazendo aqui</span></span>? Tentando fazer com que o Estado brasileiro na sua dimensão fed<span>erativa, quer União, quer Estados, quer Municipios</span>, não possa ser taxado de um <strong>Estado aético</strong><span>, ou seja, um que arrecada a ferro e <span>fogo E paga as suas dívidas quando e se quiser, portanto é um resgate da cidadania este trabalho que nós estamos fazendo</span></span>.&#8221;<br />
</span></span></span></p>
<p><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif"><span><br />
No fim o <strong>C</strong><span><strong>o</strong><span><strong>ns. Vasi Werner</strong> fala <span>sobre a Atualização de Valores dos <span>precatórios:<br />
</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<div><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif"><span><span><span><span><span><span>&#8220;</span>A mera pa<span>dronização dos procedimentos para pagamento, que vai dirimir uma série de dúvidas que de certa forma fazem com que o procedimento demore um pouco mais, só isto já vai contribuir muito para o pagamento mais eficiente </span>destes valores e destes créditos.&#8221;</span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<p><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif"><span><span><span><span><span><br />
</span></span></span></span></span></span></span></span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=4--0kXvTI2w&amp;feature=relmfu" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=4&#8211;0kXvTI2w&amp;feature=relmfu</a></p>
<p>22/out/12: <a href="http://www.cnj.jus.br/5cpc" target="_blank">www.cnj.jus.br/5cpc</a><br />
23/out/12: <a href="http://www.cnj.jus.br/mfpc" target="_blank">www.cnj.jus.br/mfpc</a><br />
24/out/12: <a href="http://www.cnj.jus.br/bhpc" target="_blank">www.cnj.jus.br/bhpc</a></p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>CNJ vai padronizar procedimentos para agilizar pagamentos de precatórios</title>
		<link>http://blogs.law.harvard.edu/jezler/2012/10/24/cnj-vai-padronizar-procedimentos-para-agilizar-pagamentos-de-precatorios/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 00:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jezler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualização de Precatórios]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[FONAPREC]]></category>
		<category><![CDATA[Non-Federal Precatórios]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de Gestão de Precatórios SGP]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília – Os estados, municípios, as autarquias e fundações públicas devem, atualmente, mais de R$ 90 bilhões em precatórios – dívidas sobre as quais não cabe mais recurso, e a Justiça já mandou pagar. Algumas delas pendentes há mais de dez anos, de acordo com o presidente do Fórum Nacional de Precatórios (Fonaprec), José Guilherme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – Os estados, municípios, as autarquias e fundações públicas devem, atualmente, mais de R$ 90 bilhões em precatórios – dívidas sobre as quais não cabe mais recurso, e a Justiça já mandou pagar. Algumas delas pendentes há mais de dez anos, de acordo com o presidente do Fórum Nacional de Precatórios (Fonaprec), <strong>José Guilherme Vasi Werner</strong>, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo ele, o colegiado de juízes, procuradores e corregedores judiciais, instalado hoje (24), terá quatro meses para elaborar estudos e propostas em torno de um trabalho cooperativo para padronizar os procedimentos de encaminhamento e execução dos precatórios. “Vamos apresentar um trabalho conclusivo, no dia <strong>27 de fevereiro</strong> do ano que vem, para dotar o país de um sistema de pagamentos de precatórios mais eficiente”, disse.<span id="more-1031"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conselheiro Vasi Werner ressaltou que uma das atribuições do Fonaprec é fazer um levantamento detalhado para “poder consolidar a situação dos precatórios”, que somavam R$ 94,3 bilhões no final de junho deste ano, de acordo com balanço divulgado pela ex-corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, dias antes de deixar o cargo, no início do mês passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na oportunidade, ela declarou que a demora de estados, municípios e autarquias no pagamento das decisões judiciais tornara-se uma “chaga nacional”, pois muitos credores, “premidos pelas necessidades da vida, desiludidos com o cumprimento da decisão e temendo a morte na fila de espera, são levados a negociar seus créditos por preço vil [com deságio de até 90%] em um comércio que agora tem os atravessadores e, como concorrente, o próprio Estado”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o balanço do primeiro semestre, 55% de todos os precatórios do país se concentravam em São Paulo. Eram R$ 51,8 bilhões de dívidas judiciais pendentes da administração estadual, de municípios e autarquias. Mas a lentidão dos processos de pagamento atinge todas as unidades da Federação, que alegam falta de recursos públicos para atualizar os pagamentos dos beneficiários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span class="field-content">24/10/2012 &#8211; 18h11</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">Stênio Ribeiro<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm"><em>Edição: Aécio Amado</em></p>
<p><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-10-24/cnj-vai-padronizar-procedimentos-para-agilizar-pagamentos-de-precatorios">CNJ vai padronizar procedimentos para agilizar pagamentos de precatórios | Agência Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Precatórios e Mensalão</title>
		<link>http://blogs.law.harvard.edu/jezler/2012/10/14/precatorios-e-mensalao/</link>
		<comments>http://blogs.law.harvard.edu/jezler/2012/10/14/precatorios-e-mensalao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Oct 2012 15:25:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jezler</dc:creator>
				<category><![CDATA[ADIN]]></category>
		<category><![CDATA[EC 62 / 09]]></category>
		<category><![CDATA[General]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[waldemarjezler]]></category>

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		<description><![CDATA[OPHIR CAVALCANTE, 51, é presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Podemos agora avançar muito no respeito à lei, à coisa julgada. O calote pode e deve ter um fim planejado. O governo não vai falir, o mundo não vai acabar Precatórios e mensalão têm muitos pontos em comum: abuso de autoridade, desvio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/images/opiniao.gif" alt="Opinião" width="215" height="36" hspace="10" /></p>
<p style="text-align: right"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: right">
<p style="text-align: right"><strong>OPHIR CAVALCANTE</strong>, 51, é<br />
presidente nacional da<br />
Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)</p>
<p><span style="font-family: Helvetica">Podemos agora avançar muito no respeito à lei, à coisa julgada. O calote pode e deve ter um fim planejado. O governo não vai falir, o mundo não vai acabar</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica">Precatórios e mensalão têm muitos pontos em comum: abuso de autoridade, desvio de dinheiro &#8220;carimbado&#8221; para pagamentos judiciais por agentes públicos em proveito próprio ou partidário de governadores e prefeitos caloteiros (convictos de impunidade histórica), lentidão e leniência crônicos da Justiça, manipulação contábil e falta de transparência nos números, governança cínica (&#8220;era apenas caixa 2&#8243;, &#8220;ninguém paga precatórios, porque eu iria pagar?&#8221;) e por aí vai.<span id="more-986"></span></span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica">O julgamento do mensalão está na pauta do Supremo Tribunal Federal e da mídia. Enquanto isso, a Ação Direta de Inconstitucionalidade 4357 contra a última moratória dos precatórios teve o seu início de julgamento com voto histórico favorável do presidente ministro Ayres Britto. Em seguida, teve pedido de vista do ministro Luiz Fux, devendo retornar a qualquer momento. Aguarda-se uma decisão a favor dos credores por larga maioria.</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica">Será que o Brasil está chegando perto de uma virada histórica contra a insegurança jurídica, o descumprimento rotineiro da Constituição e suas cláusulas pétreas (respeito à coisa julgada, direitos humanos, duração razoável dos processos, igualdade de todos, moralidade e impessoalidade na administração pública etc.)?</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica">Esperamos que sim.</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica">A OAB tem exercido uma liderança indiscutível na saga dos precatórios, seja no STF e em todos os foros disponíveis dentro e fora do Brasil, inclusive perante instituições de direitos humanos, economia e finanças. Nessa trilha, temos chamado a atenção para a vida real e prática em um cenário de declaração de inconstitucionalidade dos calotes públicos.</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica">O mundo certamente não acabará, nem as finanças públicas entrarão em colapso, mesmo com o reconhecimento de dívidas de mais de R$ 100 bilhões -e de muitos outros bilhões em gestação no Judiciário. Existem soluções realistas e razoáveis para acomodar os interesses e necessidades de credores e devedores.</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica">Quanto ao passado, a reestruturação das dívidas de Estados e municípios, com garantia da União (esta protegida pelos repasses constitucionais), poderá acontecer com a emissão de títulos de dívida de longo prazo, que seriam ofertados no mercado privado. Ou seja, quem desembolsaria dinheiro vivo a curto prazo seria o mercado privado e não as instituições públicas.</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica">Esse dinheiro vivo poderia ir para o bolso dos credores passo a passo (numa ordem crescente de crédito) ou capitalizado em fundos de infraestrutura, por exemplo.</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica">Alternativamente, os precatórios poderiam ser reconhecidos como moeda para pagamento de impostos atrasados (dívida ativa), contribuição para pagamento de financiamento da casa própria e aposentadoria, aquisição de bens de tecnologia e educação (computadores, tablets), alienação de ações, cotas ou parcerias (PPPs) com empresas estatais, aquisição de imóveis públicos ociosos etc.</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica">Já para o futuro, ou seja, para novas dívidas públicas que sejam consagradas na Justiça, um novo marco regulatório precisará surgir via Congresso Nacional, medidas provisórias ou uma conjugação de instrumentos legislativos.</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica">A grave crise político-financeira internacional exige cautela, ousadia e criatividade para um país com tanto potencial e oportunidades como o Brasil. A volta da segurança jurídica estimulará investimentos de longo prazo e o bom senso recomenda o início imediato de um diálogo entre credores e devedores públicos, pois não estamos debatendo teses jurídicas na academia, mas um problema eminentemente prático.</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica">O resultado de qualquer julgamento no STF não deverá produzir ganhadores e perdedores, exceto os incompetentes, caloteiros e sanguessugas do dinheiro do povo.</span></p>
<p>São Paulo, domingo, 14 de outubro de 2012</p>
<p><img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/images/opiniao.gif" alt="Opinião" hspace="10" /></p>
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		<title>CNJ &#124; Forum Nacional de Precatórios &#124; Composição</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Sep 2012 23:40:48 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[FONAPREC]]></category>
		<category><![CDATA[waldemarjezler]]></category>

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		<description><![CDATA[Fica assim constituído o Forum Nacional de Precatórios Portaria CNJ 167 de 25set12:  http://goo.gl/Uh0eG Presidente:         Conselheiro José Guilherme Vasi Werner Vice Presidente:  Conselheiro Jefferson Luiz Kravchychyn Portaria CNJ 168 de 26set12:  http://goo.gl/tN79P Membros do Comitê Nacional: I – Arnaldo Esteves Lima, Ministro do Superior Tribunal de Justiça; II – Ives Gandra Martins Filho, Ministro do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif"><br />
<strong></strong></span></span></span></p>
<div align="center">
<hr align="center" noshade="noshade" size="3" width="100%" />
</div>
<p><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif">Fica assim constituído o Forum Nacional de Precatórios</span></span></span></p>
<p><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif">Portaria CNJ 167 de 25set12:  <a href="http://goo.gl/Uh0eG" target="_blank"><span style="font-size: xx-small"><strong>http://goo.gl/Uh0eG</strong></span></a></span></span></span><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif"><br />
</span></span></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif"><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif">Presidente:         Conselheiro José Guilherme Vasi Werner</span></span></span></span></span></span></li>
<li><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif"><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif">Vice Presidente:  Conselheiro Jefferson Luiz Kravchychyn</span></span></span></span></span></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif"><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif">Portaria CNJ 168 de 26set12:  </span></span></span><a href="http://goo.gl/tN79P" target="_blank"><span style="font-size: xx-small"><strong>http://goo.gl/tN79P</strong></span></a> </span></span></span></p>
<p><span style="color: #006600"><span><span style="font-family: tahoma,sans-serif">Membros do Comitê Nacional:<span id="more-1010"></span><br />
I – Arnaldo Esteves Lima, Ministro do Superior Tribunal de Justiça;<br />
II – Ives Gandra Martins Filho, Ministro do Tribunal Superior do Trabalho;<br />
III – Jairo Gilberto Schäfer, Juiz Auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça;<br />
IV – Luciano Athayde Chaves, Juiz Auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça;<br />
V – Agamenilde Dias Arruda Vieira Dantas, Juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba;<br />
VI – Ricardo Perlingeiro, Juiz Federal do Tribunal Regional Federal da 2ª Região;<br />
VII – Charles Menezes Barros, Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Pará;<br />
VIII – José Luiz Leite Lindote, Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso;<br />
IX – Glaucia Maria Gadelha Monteiro, Juíza do Trabalho do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região;<br />
X – Marcus da Penha Souza Lima, Procurador Regional da República;<br />
XI – Flávio Brando, representante da Ordem dos Advogados do Brasil.</span></span></span></p>
<div align="center">
<hr align="center" noshade="noshade" size="3" width="100%" />
</div>
<p>noticias relacionadas:</p>
<p>Fórum ajudará tribunais na gestão de dívidas do poder público: www.cnj.jus.br/5cpc</p>
<p>Fórum Nacional de Precatórios será instalado nesta quarta-feira: www.cnj.jus.br/mfpc</p>
<p>Fórum proporá soluções para melhorar gestão de precatórios: www.cnj.jus.br/bhpc</p>
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		<title>Aprovada proposta orçamentária de 15,4 bi para precatórios e RPVs</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2012 23:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jezler</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Conselho da Justiça Federal (CJF), em sessão realizada nessa segunda-feira (6/8), aprovou os valores referentes aos precatórios e requisições de pequeno valor (RPVs) dos órgãos da Administração Direta e Indireta da União, que serão incluídos na proposta orçamentária para 2013. No total, serão R$ 15,4 bilhões (R$ 15.468.335.541,37) a serem pagos, ao longo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho da Justiça Federal (CJF), em sessão realizada nessa segunda-feira (6/8), aprovou os valores referentes aos precatórios e requisições de pequeno valor (RPVs) dos órgãos da Administração Direta e Indireta da União, que serão incluídos na proposta orçamentária para 2013. No total, serão R$ 15,4 bilhões (R$ 15.468.335.541,37) a serem pagos, ao longo de 2013, em decorrência de decisões da Justiça Federal. <span id="more-1014"></span>Desse montante, R$ 7,7 bilhões (7.727.787.584,50) referem-se a precatórios, R$ 6,7 bilhões (6.775.857.896,45) a RPVs e R$ 964 milhões (964.690.060,47) à contribuição patronal da União ao Plano de Seguridade Social (PSS). Nesse total não está incluída, ainda, a correção monetária.</p>
<p>Do total de precatórios e RPVs, cerca de R$ 7,1 bilhões (7.128.646.034,87) serão destinados ao pagamento de causas previdenciárias, sendo R$ 2,6 bilhões (2.640.584.473,03) em precatórios e R$ 4,4 bilhões (4.488.061.561,84) em RPVs.</p>
<p>Os precatórios são referentes a parcelas dos requisitórios de natureza comum (não-alimentícia) dos exercícios de 2004 a 2011 e os de natureza comum e alimentícia do exercício de 2013.</p>
<p>Os precatórios e RPVs de natureza alimentícia são todos aqueles que compõem a renda do beneficiário (salários, benefícios etc) e os de natureza não-alimentícia são os demais – podem se referir, por exemplo, a pagamento de tributos, indenizações por desapropriações etc.</p>
<p>Ao contrário dos precatórios, que são valores previamente definidos, a proposta orçamentária para as RPVs é uma estimativa do que será pago ao longo de 2013, uma vez que esses requisitórios são pagos 60 dias após a requisição do juiz, mês a mês.</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<a href="http://www.jf.jus.br/cjf/noticias-do-cjf/2012/agosto/aprovada-proposta-orcamentaria-de-15-4-bi-para-precatorios-e-rpvs" title="http://www.jf.jus.br/cjf/noticias-do-cjf/2012/agosto/aprovada-proposta-orcamentaria-de-15-4-bi-para-precatorios-e-rpvs" target="_blank">http://www.jf.jus.br/cjf/noticias-do-cjf&#8230;</a></p>
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